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O que KitKat, LATAM e 3 Corações têm em comum no Rock in Rio 2026
KitKat, LATAM e 3 Corações levaram máquinas de garra e cabine de prêmios para a Cidade do Rock. Por dentro das 7 ativações que a Grua Events opera no festival.
Por Grua Events · Grua Events

No dia 28 de agosto, uma cabine de prêmios entrou na Cidade do Rock antes de quase todo mundo. Foi montada a pedido da produção, dentro do estande da LATAM, e ficou ali parada por uma semana, esperando o festival começar.
Ela não está mais sozinha.
São sete equipamentos da Grua Events espalhados pelo Parque Olímpico, em quatro estandes de três marcas diferentes. Uma cabine de prêmios de braço e seis máquinas de garra. Nenhuma delas com a mesma dinâmica, a mesma personalização ou o mesmo tipo de brinde dentro.
O Rock in Rio 2026 acontece nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro, na Cidade do Rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro. Nesta edição são mais de 90 marcas envolvidas, mais de 100 ativações e cerca de 1 milhão de brindes distribuídos ao longo dos sete dias.
Este texto é sobre o que acontece dentro de quatro deles.

LATAM: uma cabine de prêmios dentro de uma cabine de avião
O estande da LATAM fica perto do Palco Mundo e foi construído no formato de uma aeronave. Lá dentro, a marca montou um percurso inteiro em cima da ideia de viagem: um game virtual que simula um aeroporto e mostra formas de acumular Milhas Latam Pass, réplicas dos assentos Premium Business para foto e personalização de tags de bagagem.
No fim desse percurso está o nosso equipamento.
É uma cabine de prêmios de braço retangular — uma variação da cabine de vento em que o participante não entra. Ele encosta no equipamento, coloca o braço pela abertura e tenta capturar uma bolinha no meio do fluxo de ar. Dentro de cada bolinha, um prêmio.
E os prêmios da LATAM são bons: milhas, nécessaires e pins. Quem passa pelo espaço ainda concorre a uma viagem para Amsterdã.

A escolha do formato de braço, aqui, não é detalhe estético. Em um estande com fluxo alto e percurso guiado, a cabine de braço resolve um problema prático: a experiência dura poucos segundos, não exige que o participante tire nada do corpo, não precisa de fila de entrada e saída. Ela cabe no ritmo de um estande que precisa girar gente o dia inteiro.

KitKat: duas máquinas de garra e o prêmio que abre a porta de outro estande
A KitKat está no Rock in Rio pelo terceiro ano consecutivo e montou uma estrutura de três andares com vista para o Palco Mundo, sob o conceito “Let’s Rock the Break”. Dentro do estande funciona a experiência VIB — Very Important Breaker —, com DJ, o Break Charm Bar, onde o público personaliza charm tags escolhendo uma letra e combinando charms exclusivos, e o Breakômetro, um painel de LED que mede a energia da pista e libera surpresas coletivas quando chega a 100%.
E, no meio disso, duas máquinas de garra da Grua Events.

A dinâmica é o oposto da complexidade em volta: chegou, jogou, ganhou. É a mecânica mais simples do estande inteiro, e é justamente por isso que ela funciona em um ambiente onde o público está cansado, com o celular na mão e pouca paciência para instrução.
O que está dentro das máquinas é a parte interessante. Além dos itens da própria marca — chocolates, Cereal KitKat, as cordinhas vermelhas de celular e os pins colecionáveis em formato de coração em chamas e arco-íris —, a máquina de garra distribui passes rápidos para ativações de marcas parceiras, especificamente LATAM e Itaú.
Vale parar nesse ponto, porque ele é raro.
O Itaú é patrocinador master do festival pelo oitavo ano e assina a clássica Roda-Gigante da Cidade do Rock. Ou seja: a pessoa joga em uma máquina de garra no estande da KitKat, pega uma cápsula, abre — e dentro pode estar um acesso rápido à roda-gigante ou ao espaço da LATAM.

Três marcas grandes usando o mesmo equipamento como ponto de conexão entre elas. O prêmio deixa de ser um brinde e vira uma passagem para outro lugar do festival. Do ponto de vista de ativação, é um dos arranjos mais inteligentes da edição — e ele acontece dentro de uma máquina de garra.
A KitKat ainda organizou o acesso com uma fila virtual: o visitante lê um QR Code, escolhe o horário e volta na hora marcada, em vez de ficar parado esperando.
3 Corações: quatro máquinas, dois estandes e um Tamagotchi
A 3 Corações está no Rock in Rio desde 2019 e nesta edição ocupa dois pontos diferentes da Cidade do Rock. Em cada um deles a Grua Events opera duas máquinas de garra — quatro no total, todas tematizadas.
No Supernova fica o tradicional estande de dois andares, com o Refil de Café Infinito. Quem compra o copo exclusivo pode reabastecer de café ao longo do dia, e a novidade de 2026 é que o copo muda de cor quando entra em contato com o café quente.

Na Rota 85, a marca estreia a linha de Cafés Gelados prontos para beber, em três sabores — Tradicional, Tropical e Limão —, dentro de uma instalação inspirada em um iglu. Um estande de café servido dentro de um iglu já é um bom contraste; duas máquinas de garra tematizadas no meio dele fecham a ideia.

E aí vem o prêmio que está fazendo mais barulho na Cidade do Rock: um Tamagotchi personalizado com a identidade visual da 3 Corações, desenvolvido pela Mood Group, que funciona normalmente como bichinho virtual e traz corações, xícaras e cafeteiras na estética dos anos 1990.
Não é o único. A coleção da marca inclui pins colecionáveis inspirados no universo do café, cordas para celular, copo térmico e outros acessórios.

O Tamagotchi é um caso de escola de por que a máquina de garra funciona tão bem em festival. O brinde já é desejável sozinho. Colocado dentro de um equipamento que exige uma tentativa, ele deixa de ser algo que se recebe e vira algo que se conquista. Muda completamente o valor percebido — e muda o que a pessoa faz depois, porque brinde conquistado vira story.
A novidade que a Grua levou para a Cidade do Rock: cápsulas na cor da marca
Máquina de garra com cápsula não é novidade. Cápsula na cor da marca é.
Nesta edição, a Grua Events estreou no mercado a personalização das cápsulas por paleta de cor. A KitKat trabalha com cápsulas vermelhas. A 3 Corações trabalha com quatro cores: azul bebê, branco, laranja e amarelo.

Parece um detalhe pequeno. Não é.
A cápsula é a única parte do equipamento que o participante leva na mão, fotografa e abre. Enquanto ela era sempre transparente ou aleatória, esse momento — o mais fotografado da experiência inteira — não pertencia à marca. Agora pertence.
Além disso, o interior da máquina muda. Uma máquina cheia de cápsulas na paleta da marca lê como um bloco de cor sólido a metros de distância, e não como um amontoado colorido. O equipamento inteiro passa a fazer parte da cenografia do estande em vez de brigar com ela.
É personalização que não termina na plotagem externa. Ela entra na máquina, sai na mão do participante e continua depois que a pessoa já saiu do estande.
Quer ver as máquinas funcionando na Cidade do Rock? No Instagram da Grua Events estamos mostrando os bastidores da operação no Rock in Rio 2026 — montagem, personalização, cápsulas e o público jogando.
O que ninguém vê: a operação por trás de sete equipamentos
Sete equipamentos, quatro estandes, três marcas, sete dias de festival. E uma coisa que não aparece em foto nenhuma: o que é preciso fazer para que todos funcionem em todos os dias.
Máquina de garra em festival é equipamento sob estresse. Ela opera muitas horas seguidas, com público de todos os perfis, em ambiente aberto, com variação de temperatura, umidade e oscilação de energia. Um equipamento parado em um estande de Rock in Rio não é um inconveniente técnico: é uma ativação de milhões parada, com fila na frente.
Por isso a operação da Grua Events no Rock in Rio 2026 é presencial e diária. Tem equipe em campo durante todos os dias de evento, manutenção preventiva diária em cada equipamento antes da abertura dos portões, reposição de cápsulas e brindes ao longo da operação e acompanhamento direto com a produção de cada estande.
Esse é o ponto que separa locação de operação. Entregar o equipamento é o começo do trabalho, não o fim dele. A montagem de um projeto como esse começou semanas antes do primeiro show — a janela de montagem na Cidade do Rock foi de 10 de agosto a 3 de setembro — e vai até a desmontagem, depois que o último portão fechar.
O Rio de Janeiro, o festival e o que isso mostra sobre ativação
O Rock in Rio 2026 é o maior teste de ativação de marca do calendário brasileiro. São sete dias, uma cidade inteira montada dentro do Parque Olímpico e mais de 90 marcas disputando a atenção de um público que já está saturado de estímulo antes mesmo de entrar.
Nesse ambiente, o que sobrevive não é o estande mais caro. É o que consegue transformar a passagem de alguém em uma ação: pegar, jogar, tentar, ganhar, mostrar. É por isso que máquina de garra e cabine de prêmios continuam aparecendo, edição após edição, em estandes de marcas que poderiam fazer qualquer outra coisa.
Elas resolvem, com uma mecânica de cinco segundos, o problema mais difícil de um festival — fazer a pessoa parar — e o segundo mais difícil, que é fazer ela sair com alguma coisa da marca na mão.
Estar simultaneamente em quatro estandes de três marcas grandes no Rock in Rio 2026 é o tipo de operação que só é possível com equipamento próprio, personalização feita em casa e equipe em campo. É o que a Grua Events faz em festivais, feiras, congressos e eventos corporativos no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Está planejando uma ativação para a sua marca?
Conheça os equipamentos interativos da Grua Events e fale com a nossa equipe.
Mais ativações e bastidores
O Rock in Rio é uma das operações da Grua Events nesta temporada. No Instagram você acompanha outras ativações, equipamentos, personalizações e bastidores de projetos em festivais, feiras e eventos corporativos.
Siga @gruaevents para ver os bastidores das ativações em tempo real.
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