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Duas edições, dois layouts: por dentro das ativações do Suhai Festival Interlagos 2026
Cabine de vento, tornado de prêmios e máquina de garra nos estandes de Suhai, CFMoto e Suzuki. Por dentro das ativações do Festival Interlagos 2026.
Por Grua Events · Grua Events

Entre 13 e 16 de agosto, o Autódromo de Interlagos foi tomado por motos. Duas semanas depois, de 27 a 30, por carros.
Nos dois fins de semana, o mesmo equipamento da Grua Events estava lá. E ninguém que passou nas duas edições diria que era o mesmo.
Na edição Moto, o Tornado de Prêmios foi montado com layout de ferro preto. Na edição Auto, com layout branco. Mesma estrutura, mesma mecânica, duas presenças visuais completamente diferentes dentro do mesmo autódromo.
Essa é a história curta. A longa envolve quatro ativações, três marcas, oito dias de operação, uma máquina de garra que distribuía desconto de verdade em moto zero quilômetro e uma cabine de vento que parou até quem tem mais de um milhão de inscritos no YouTube.

O Festival Interlagos virou território de ativação — e isso não é acidente
Vale entender onde a Grua estava.
O Suhai Festival Interlagos 2026 aconteceu no Autódromo José Carlos Pace, na Zona Sul de São Paulo, dividido em duas etapas: a edição Moto, de 13 a 16 de agosto, e a edição Auto, de 27 a 30 de agosto. Somadas, as duas etapas foram projetadas para receber mais de 400 mil pessoas.
Não é um salão de exposição tradicional. O visitante não olha o veículo no estande — ele anda com o veículo na pista do autódromo. Test rides, test drives, apresentações de drift, competições, freestyle e shows à noite na Live Arena. Na edição Moto, o festival passou a ser evento oficial da Abraciclo, ocupando o lugar que já foi do Salão Duas Rodas, e a organização expandiu a área de exposição com um novo pavilhão de 15 mil m².
O nome do evento também mudou. Em 2026, a Suhai Seguradora assumiu os naming rights das duas edições, ampliando uma relação que começou em 2023, quando a marca passou a patrocinar a etapa de motos. Foi a primeira vez que a companhia deu nome ao festival inteiro.
E é justamente esse formato — público que veio para experimentar, não para observar — que faz de Interlagos um dos melhores territórios de ativação do calendário brasileiro. Quem já chegou disposto a pilotar uma moto que nunca viu não precisa ser convencido a jogar.
Edição Moto: três marcas, três equipamentos, três dinâmicas diferentes
A edição Moto foi a mais movimentada para a Grua Events. Três marcas, três equipamentos, três mecânicas que não se repetem.
CFMoto e a cabine de voucher
A CFMoto chegou a Interlagos em 2026 com um estande bem maior que o do ano anterior, transformado numa espécie de linha do tempo da marca: de um lado o que já vende no Brasil, do outro o que ainda está em avaliação. A novidade confirmada foi a naked 450NK, ao lado de modelos como a PAPIO 125, a DUAL250 e a IBEX 1000X Concept, além da estreia da submarca elétrica ZEEHO.
No meio disso, a cabine de voucher.
A dinâmica é direta: o participante entra, o fluxo de ar sobe, e ele tem alguns segundos para capturar o voucher no meio do turbilhão. O prêmio não é o papel — é o que o papel destrava.


Suzuki e a máquina de garra que valia dinheiro
No box 18 ficava o grupo J.Toledo, que representa Suzuki, Suzuki Haojue, Zontes e Kymco no Brasil. Foi ali que a Grua operou a máquina de garra — e aqui a mecânica muda de patamar.
O que saía da garra não era brinde. Era desconto.
A J.Toledo levou ao festival uma ação comercial exclusiva: vouchers de desconto na compra de moto zero quilômetro, pessoais e intransferíveis, válidos por 30 dias após o fim do evento. Os valores anunciados chegavam a R$ 9 mil na Hayabusa, com faixas de R$ 4 mil e R$ 2 mil em outros modelos Suzuki, R$ 2 mil na linha Zontes de 350 cilindradas e R$ 1 mil na linha Suzuki Haojue. E era a máquina de garra que colocava esse voucher na mão do público.

Vale pensar no que isso muda no comportamento de quem está na frente do equipamento.
Máquina de garra em estande já cumpre uma função que quase ninguém percebe: ela segura a pessoa parada diante do produto. Um estande de moto disputa atenção com dezenas de outros estandes de moto, no mesmo corredor, no mesmo dia. A garra transforma passagem em permanência.
Quando o prêmio é um desconto real na moto exposta ali do lado, a permanência vira intenção de compra. A pessoa não sai com um chaveiro — sai com um motivo, com prazo, para procurar a concessionária. É ativação que não termina em foto: termina em proposta.
Suhai e o Tornado de Prêmios com layout de ferro preto
O terceiro ponto era o estande da própria Suhai — a marca que dá nome ao festival.
Ali estava o Tornado de Prêmios com layout de ferro preto, a cabine de vento de corpo inteiro da Grua Events. A mecânica trabalhada com a seguradora era de voucher: o participante entrava, capturava, saía com o bilhete e trocava por brindes dentro do estande.

O detalhe importante é que a cabine não era um brinde a mais no estande — era o mecanismo que levava a pessoa para dentro dele. Quem capturou o voucher precisava caminhar até o balcão da Suhai para trocar. A cabine gerava fila na frente; a troca gerava conversa lá dentro.
O que tinha dentro do Tornado: voucher, bolinha e papel picado prateado
Essa é a parte que quem trabalha com ativação vai reconhecer na hora.
O Tornado de Prêmios não foi carregado só com voucher. A configuração combinou três elementos: vouchers, bolinhas e papéis picados prateados.
Cada um resolve um problema diferente.
O voucher é o prêmio — o que a pessoa quer capturar. A bolinha dá volume e peso ao fluxo, tornando a captura de fato um desafio e não uma formalidade. E o papel picado prateado é o que faz o equipamento existir a distância: no fluxo de ar giratório, ele vira um efeito visual que se vê de metros de distância, de qualquer ângulo do corredor.
É a diferença entre uma cabine que funciona e uma cabine que aparece. Do lado de fora, o que se vê é prata em movimento dentro de uma caixa iluminada — e é isso que faz alguém atravessar o corredor para perguntar o que é aquilo.
Funcionou do primeiro ao último dia, nas duas edições.
Edição Auto: mesmo equipamento, layout branco
Duas semanas depois, a Grua voltou ao mesmo autódromo com o mesmo equipamento — e com outra cara.
Na edição Auto, o Tornado de Prêmios foi montado com layout branco. A troca não é estética por capricho: um estande de seguradora na etapa de carros tem outro tom, outra paleta e outro público que a etapa de motos. Equipamento que só existe em uma configuração obriga a cenografia a se adaptar a ele. Equipamento que muda de layout se adapta à cenografia.

Na edição Auto, a Suhai batizou a ativação de Agilidade Máxima: os participantes precisavam capturar as bolinhas lançadas pelo espaço para encontrar o bilhete premiado. A cabine dividiu o estande com outras atrações da marca — um labirinto inspirado no mapa do Brasil conduzido por volante, uma corrida virtual com sensores de movimento, uma parede de escalada e uma ação de live painting que personalizava ao vivo os brindes conquistados pelo público.

Diferente da edição Moto, aqui a Grua entrou com um equipamento só. Nenhuma máquina de garra, nenhuma segunda cabine — um único Tornado sustentando a atração central de um estande que ainda tinha meia dúzia de outras experiências competindo com ele ali dentro.
Colocar as duas fotos lado a lado — preto na edição Moto, branco na edição Auto — é a forma mais rápida de explicar o que a Grua Events entende por personalização. Não é só plotagem. É estrutura.
Quando o público vira conteúdo
Em festival, o melhor relatório às vezes não é o número de jogadas. É o vídeo que alguém posta sem pedir.
Durante a operação em Interlagos, Ricardinho ACF — da ACF Performance — entrou no Tornado de Prêmios. Ele começou a fazer vídeos de carro em 2012. O canal da ACF no YouTube passou de um milhão de inscritos, e o nome dele circulou pela imprensa automotiva com um projeto pouco modesto: atravessar 13 países e quase 16 mil quilômetros dirigindo uma Chevrolet Caravan dos anos 70 modificada — motor Honda, câmbio BMW — de São Paulo até Las Vegas, para o SEMA Show.
Não é exatamente o tipo de visitante que se impressiona com estande.
Vale registrar por que isso importa além do like. Uma ativação que rende vídeo espontâneo entrega dois resultados ao mesmo tempo: o impacto de quem estava no evento e o alcance de quem não estava. O segundo costuma ser muito maior que o primeiro — e é ele que aparece no relatório da agência depois.
Quer ver mais da operação em Interlagos? No Instagram da Grua Events estamos mostrando ativações, personalizações e bastidores de projetos em festivais e eventos corporativos.


O que uma operação de duas edições exige
Fica fácil olhar a foto e ver um equipamento bonito. É mais útil olhar o calendário.
Foram quatro dias de operação na edição Moto, em meados de agosto, e mais quatro dias na edição Auto, no fim do mês. Dois fins de semana, dois layouts, três marcas, um autódromo inteiro montado e desmontado no meio do caminho.
O Tornado de Prêmios é uma cabine de corpo inteiro com motor de 3.000W desenvolvido especificamente para o equipamento, estrutura em aço galvanizado, área em policarbonato compacto e cerca de 130 kg somando todos os componentes. Não é equipamento que se descarrega e liga na tomada: exige circuito adequado, montagem, teste de fluxo, calibragem do tempo e reposição constante de voucher, bolinha e papel picado ao longo de todos os dias.

É por isso que a Grua Events opera com equipe em campo e manutenção preventiva antes de cada dia de evento. Em festival, equipamento parado não é um problema técnico — é um estande da marca âncora do evento sem a atração principal, com público na frente.
Interlagos, São Paulo e o que o festival ensina sobre ativação
O Suhai Festival Interlagos foi reconhecido pela Prefeitura de São Paulo como evento estratégico para a cidade, com contrato para acontecer no autódromo até 2028, e a organização estima impacto econômico de até R$ 1,5 bilhão para a capital paulista.
Traduzindo para quem trabalha com marca: é um dos poucos lugares do Brasil onde centenas de milhares de pessoas chegam já dispostas a experimentar alguma coisa. Nesse ambiente, a disputa não é por atenção genérica — é por qual experiência a pessoa vai escolher fazer entre as dezenas disponíveis no mesmo corredor.
O que decide isso, quase sempre, é o mesmo conjunto: a ativação precisa ser vista de longe, entendida em três segundos e concluída em menos de um minuto. Cabine de vento e máquina de garra continuam aparecendo em estande atrás de estande porque cumprem exatamente esses três requisitos — e ainda entregam a parte mais difícil, que é fazer a pessoa sair de lá com algo da marca na mão.
Estar nas duas edições do Festival Interlagos, com três marcas e dois layouts diferentes do mesmo equipamento, é o tipo de operação que só é possível com equipamento próprio, personalização feita em casa e equipe em campo. É o que a Grua Events faz em festivais, feiras, congressos e eventos corporativos em São Paulo e no Rio de Janeiro.
No Rock in Rio 2026 a Grua Events também operou sete equipamentos em quatro estandes — o mesmo tipo de operação, em outra escala.
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Mais ativações e bastidores
Interlagos é uma das operações da Grua Events nesta temporada. No Instagram você acompanha outras ativações, personalizações e bastidores de projetos em festivais, feiras e eventos corporativos.
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